Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2008

Schreiber será Sabretooth

Inicialmente previsto para desempenhar a versão jovem do coronel William Stryker em "X-Men Origins: Wolverine", segundo a CHUD, o actor Liev Schreiber irá na verdade representar o vilão Sabretooth. Pessoalmente, acho esta escolha... curiosa. Vamos lá ver o que sai daqui.

 

 

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Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008

Último "Harry Potter" realizado por Del Toro

O realizador Guillermo del Toro divulgou à MTV News que está interessado em dirigir o sétimo e último filme da saga "Harry Potter". Esperemos que seja realmente desta que façam um filme decente do "Harry Potter" para que pessoas, que tal como eu não seguem de perto as aventuras do feiticeiro, percebam definitivamente qual o fascínio da obra, porque sinceramente, nenhum dos filmes me despertou interesse pelos livros.

 

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Terça-feira, 8 de Janeiro de 2008

HD-DVD versus Blue-Ray

Qual vai ser o definitivo sucessor do DVD? O Blue-Ray ou o HD-DVD? Pelos vistos será mesmo... o Blue-Ray! É que a Warner Bros divulgou que a partir de Maio, todos os seus filmes irão ser divulgados apenas em formato DVD e Blue-Ray, o que significa que o HD-DVD acabou de levar uma murraça de todo o tamanho. Actualmente, só a Paramount e a Universal optam pelo HD-DVD (vamos lá ver até quando).

 

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Iguana + Batráquio + T-Rex = Cloverfield (?)

A pouco mais de 2 semanas da estreia do tão esperado "Cloverfield" (24 de Janeiro... marquem nas vossas agendas), foi divulgada uma possível imagem do monstro gigante do filme.

 

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De volta a casa!

Olá pessoal! Sim, como podem ver já estou de volta. Recuperado dos bolos-reis (sem fruta cristalizada, obviamente...) e da "ressaca" da noite de fim de ano, é com muito prazer que regresso ao teclado do computador e ao mundo do cinema e dos blogs. Infelizmente, para quem me conhece, sabe que esta altura do ano é sempre uma chatice para mim gerir o meu tempo por causa do stress dos exames. De qualquer forma, vou tentar sempre que possível manter o blog actualizado. E para começar, aqui ficam as críticas e sugestões do meu caro amigo Olhar Crítico. Fiquem bem.

 

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Crítica: "I Am Legend"

 Classificação:  (7/10)

 

 

“Nothing happened the way it was supposed to happen.”

 

Fui ver este filme porque o trailer me tinha ficado na retina. E tal como gostei do trailer, também muito do filme em si me agradou particularmente. Will Smith está exemplar no seu papel. Transmite ao espectador toda a solidão que sente, é um homem sozinho numa cidade deserta. Mesmo que à primeira vista essa situação possa parecer vantajosa, depressa nos apercebemos do quanto e de como esta personagem sofre com isso. E esse registo é importantíssimo e está muito bem conseguido. A falta de “calor humano” é apenas apaziguada pelos monólogos com os manequins e pela companhia da sua cadela - simplesmente genial - conseguindo ser uma actriz inesquecível e fundamental para aumentar a densidade emocional e narrativa deste par protagonista.


Will Smith é mais um ser analógico numa era digital. É alguém que pode ter tudo, mas a quem falta aquilo que é essencial - a interacção humana. Também me agradou especialmente a reflexão sobre os constantes avanços tecnológicos, que, neste caso concreto, são os principais causadores do surto. (“A cura pode ser mais mortal que a própria doença”).


Will Smith carrega aos ombros praticamente o filme na sua totalidade e é esta a melhor parte deste “I Am Legend”, muito bem realizado até aqui, conseguindo atingir vários momentos de grande suspense, igualmente muito bem conseguidos – exemplo disso é a cena em que Sam entra dentro de uns escombros repletos de escuridão e Will Smith, apesar de apavorado, segue-a para a ir resgatar.


Depois temos a segunda parte do filme. Notoriamente mais fraca. É aqui que se observam aquilo que na minha opinião, são as maiores falhas. A começar pelo aspecto técnico dos humanóides. Falta-lhes alguma verosimilhança e neste caso provam que nem sempre o CGI (Computer-Generated Imagery) resulta, deu um ar falso e irreal a um dos principais grupos de personagens deste filme. Ao contrário dos humanóides a cidade de Nova Iorque está excelente, ainda para mais com algumas surpresas que nos vão sendo dadas, para as quais temos que estar com muita atenção, doutra forma passar-nos-ão ao lado. Por fim, o final do filme deixa muito a desejar. Não foi muito trabalhado, aliás transparece uma certa dificuldade em conseguir arranjar um final. A introdução da questão da fé vs ciência, acaba por passar muito rápido, deixando aquela sensação de ter sido referida porque não havia mais alternativa, acabando por saber a pouco. Teria sido bem mais interessante se ao longo do filme tivéssemos sido “confrontados” constantemente com o binómio religião/ ciência, pois assim seria mais perceptível e justificava a reflexão final. Todavia essa referência apenas acontece no fim, parecendo mais uma escapatória do que propriamente uma temática.


O MELHOR: Will Smith, Samantha e aquilo que ambos nos transmitem em representações excelentes. Os efeitos especiais de Nova Iorque deserta.


O PIOR: O aspecto técnico referente aos humanóides e o final pouco trabalhado.

 

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publicado por OlharCrítico às 14:07
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Crítica: "National Treasure 2 - Book of Secrets"

 Classificação:  (6.5/10)

 

"What did he find now, Atlantis?"

 

Independentemente de ter ou não qualidade, de ter poucos ou muitos pontos fracos, esta sequela, consegue mais uma vez, ultrapassar, facilmente, filmes como “The DaVinci Code” e muito provavelmente o próximo que se advinha, “Angels and Deamons”. Apesar das muitas falhas que este “Livro dos Segredos” possa conter, não deixa de ser um filme que consegue entreter e é importante perceber, que entreter é o principal, senão mesmo o único objectivo deste filme.

 

Todavia, quando observado mais ao pormenor saltam à vista as falhas do costume, típicas das sequelas. O argumento, por mais que se goste é mais do mesmo, no entanto desta vez, sem a magia e a originalidade do primeiro. Não tem a força narrativa do anterior, e isso é evidente nos diálogos (alguns quase ridículos) e, principalmente, sem o dinamismo e a energia que davam vida aos personagens e até mesmo ao filme.

 

Desta feita temos neste “Livro dos Segredos”, uma primeira parte sem qualquer ritmo - vê-se mas não nos agarra de maneira nenhuma. Consegue piorar, quando nos são dadas duas das mais caricatas cenas - a sequência na Casa Branca e a do palácio de Buckingham – juntas representam bem a falta de trabalho em criarem situações verosímeis e com alguma lógica. Outro aspecto que não me agradou muito, foi, mais uma vez, terem posto um vilão, que não está de maneira nenhuma à altura do protagonista. Mais uma vez, o vilão do filme pouco sabe de História ou seja lá do que for e apenas recorre à “violência” para alcançar os seus objectivos. (Pelo menos uma vez gostava de ver alguém que soubesse mais que o protagonista, colocando-se assim sempre na dianteira, obrigando Ben Gates quase a passar para o papel de vilão, ou de arqui-rival, tendo de recorrer ao máximo das suas capacidades para o conseguir acompanhar.)

 

Por fim, o filme ganha a relevância desejada a partir da sequência em que ficam presos dentro da cavidade rochosa, adquirindo pela primeira vez a emoção, tensão, acção e tendo momentos cómicos bem conseguidos, que deveriam ser a principal pretensão do filme e que eram presença constante no seu antecessor.

 

Ainda assim um filme que entretém e do qual talvez não se saia defraudado. A mim, pessoalmente pouco me transmitiu e marcou, mas como disse no início, ultrapassa em larga escala objectos muito semelhantes. Um bom jeitoso para a época.

 

O MELHOR: A última parte do filme onde finalmente é atingido o pico de tensão, acção, aventura e onde, pela primeira vez, senti emoção ao ver o filme. Uma palavra ao elenco que, apesar de ter sido reforçado, conseguiu manter a qualidade. E finalmente vejo Nicolas Cage a fazer um bom, não óptimo, mas bom papel.

 

O PIOR: Situações absolutamente surreais e mais uma vez um vilão muito fraquinho para a categoria evidenciada pelo trio de protagonistas. Harvey Keitel demasiado secundário.

 

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publicado por OlharCrítico às 14:02
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Sugestões DVD

 

Título: "Declaro-vos Marido… e Marido"

 

O Melhor: O despretensiosimo com que aborda o tema do filme. Um achado no mundo das comédias, que ao contrario daquilo que é comum… acaba por nunca cair no ridículo e exagerado.

 

O Pior: Falta-lhe uma realização mais segura e eficaz. Talvez um Jerry Lewis…

 

Classificação:  (8/10)

 

 

Título: "A Face Oculta de Mr. Brooks"

 

O Melhor: O inicio e a introdução da duplicidade da personagem principal. Kevin Costner e um muito inspirado William Hurt.

 

O Pior: As sub-tramas e o final demasiado previsível. Sem esquecer Demi Moore, que nunca chega a encontrar-se verdadeiramente.

 

Classificação:  (7/10)

 

 

Título: "Um Filme Falado"

 

O Melhor: Independentemente do que se diz de Manoel de Oliveira, e quem muito diz é normalmente porque pouco viu, este é um objecto cinematográfico muito interessante. Os diálogos (o dom da palavra e como utilizar esse dom), a história, a realização (com excelentes planos), é tudo muito bem conseguido. Da mesma forma a direcção da maioria dos actores (Leonor Silveira, John Malkovich, Catherine Deneuve, Stefania Sandrelli) parece-me ser o que mais se evidencia para esta secção. A história e o seu final, um autêntico murro no estômago, ficam com certeza na retina.

 

O Pior: A duração do filme, algo extensa e as lições de História por parte das duas protagonistas, que me parecem algo superficiais. Alguns erros no Português, ainda que possam parecer ser maneirismos, são para as personagens que os dizem inadmissíveis.

 

Classificação: (7/10)

 

 

Título: "Weeds - 1ª Temporada"

 

Breve Sinopse: Será a erva mais verde noutro lado? Sim, e provavelmente cheira melhor! Quando Nancy Botwin (Mary- Louise Parke, vencedora do Globo de Ouro) enfrenta repentinamente a perda do seu marido e a falta de dinheiro, decide fazer de tudo para continuar a viver com os filhos na mesma zona residencial, inclusive a trabalhar como a traficante de marijuana do bairro.

 

O Melhor:  Praticamente tudo. A(s) história(s) é genial, as interpretações são perfeitas, é envolvente, “viciante” e muito cativante.

 

O Pior: O facto de ser série e obrigar-nos a estarmos uma semana à espera do próximo episódio. Abençoados sejam os DVD´s.

 

Classificação:  (9.5/10)

 

 

Título: "Knight Rider - 1ª; 2ª; 3ª e 4ª Temporada"

 

Breve Sinopse: As aventuras de Michael Knight e seu parceiro KITT, um Pontiac Firebird Trans-Am, um carro com avançada tecnologia que tinha personalidade própria. Está na hora de rever a série que parava Portugal e de acertar as contas com os grandes inimigos da famosa dupla: KARR, o irmão gémeo diabólico de KITT e o terrível Garth.

 

O Melhor:  Poder rever esta série. O carro é inesquecível tal como a personalidade que lhe conferiram e que mais tarde foi para o espectador impossível de apagar e David Hasseholff em inicio de carreira que forma uma dupla que vai ficar para sempre. A evolução do padrão de qualidade (em todos os departamentos) evidenciada com o avançar nas temporadas.

 

O Pior: O facto de esta edição não possuir muitos extras. Eu adorava ver o making of disto, principalmente o da 1ª Temporada, onde se denota a falta de rotina por parte de toda a equipa com a apresentação de alguns daqueles “movie mistakes” quase imperdoáveis. Digo quase, porque tudo o resto faz esquecer essas situacões menos felizes.

 

Classificação:  (9/10)

 

 

publicado por OlharCrítico às 13:54
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