Quinta-feira, 31 de Maio de 2007

Zizou!!! Zizou!!! Zizou!!!

 

 

Ok, vocês deve estar a pensar: "O que caraças tem a ver o Zidane com o mundo do cinema?". Bem, para além de algumas presenças em filmes de futebol um bocado para o ranhosos, e para além do facto de ter algum jeito para cenas de acção que envolvam cabeçadas (desculpa lá Zizou, mas não resisti...), nada mais o liga ao mundo do cinema. Então porquê um post dele? Passo a explicar: à uns tempos atrás descobri um video no YouTube (tinha de ser...) em que mostra ele mais o irmão e uns amigos a jogarem futebol num pavilhão qualquer. Mesmo a jogar "prá brincadeira", a classe e o sentido de orientação dele é impressionante! Por isso decidi partilhar o video com vocês. Vejam aí:

 

publicado por CinemaBox às 13:37
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Crítica: "Piratas das Caraíbas - Nos Confins do Mundo"

 
 
É bom!? Não é!?... É bom!? Não é!?... É BOM!!! NÃO É!!!
 
Durante o visionamento de um filme são várias as sensações e emoções que podemos experimentar e é a conjugação dessas impressões que nos levam a dizer que se gostou ou se detestou. Porque é que se gosta? – Pelo actor, pela actriz, pelo seu talento, pela sua beleza ou então simplesmente por que são o casal maravilha do momento. Gosta-se, porque o argumento é bom, a banda sonora excepcional, a caracterização bem conseguida ou então porque é um filme “pipoca” (como eu costumo chamar a alguns). Não interessa, o importante é que consigamos definir o nosso gostar ou o detestar. Gostando ou odiando, o que importa é que o filme consiga passar qualquer sentimento ao espectador. Gostando ou odiando, existe qualquer coisa entre nós e o filme. Mas e quando não há?! A terceira hipótese – a indiferença - é aquela que acaba por ser a pior de todas.  O que dizer quando se sai de um filme com um estranho vazio, quando não se sabe responder à pergunta de se gostei ou não... É como digo, acho que às vezes é preferível detestar, a se ser indiferente. Como já devem ter percebido foi um pouco o que senti ao sair da sessão, uma indefinição do tamanho espectáculo visual que tinha acabado de assistir.
 
É claro que este filme não pretende ser candidato às principais categorias dos óscares (tirando a de melhor actor, pois acho que Johnny Depp continua fantástico), todavia podia ir muito mais além… E o filme até começa muito bem, com uma divisão de planos bem feita, um ritmo de apresentação da problemática da história bem conseguida e com a utilização das personagens (anteriormente secundárias) todas a seu tempo. Tudo isto faz com que, lentamente, o espectador se embrenhe na história, tal como ela está a ser mostrada. Mas com o desenrolar da acção, as coisas vão-se complicando. A narrativa e o argumento, de longe demasiado extensos e subdivididos, acabam por dispersar a atenção e até mesmo a capacidade de processar informação de quem assiste, levando a que chegados a meio comecem a aparecer alguns sinais de distracção (e aqui falo por mim). A magia e a qualidade da realização, demonstrada no início, vão decrescendo até termos todos os personagens em evidência. O problema está no argumento. Existem demasiadas personagens e todas elas com espírito pirata, ou seja, as traições existem em proporção directa ao número de intervenientes. A história central divide-se então numa série de  sub-enredos e sub-histórias todas interligadas, que no final dificultam a identificação do fio narrativo principal.
 
Mas já que estamos numa de personagens, para grande pena minha e de todos os seguidores de Jack Sparrow, o homem praticamente não aparece neste filme, o que já sucedera, em parte, no segundo. Deveria ser o personagem principal, pois o argumento roda à volta dele e ainda assim aparece sem o calor e sem a magnitude do primeiro. Certo que não é novidade, como no “A Maldição do Pérola Negra”, mas o problema não é esse. O facto de se ter que dar demasiada atenção a outras personagens, nomeadamente Keira Knightley e Orlando Bloom (que nesta sequela são para mim os principais), acaba por retirar algum tempo para criar, ou melhor, para existirem as tão comediantes situações, falas, maneirismos e vivências do meu pirata preferido dos últimos tempos. E é pena... pois é uma recriação absolutamente genial.
Toda a dimensão do filme é fora de série e no que respeita à parte técnica não desilude. Efeitos especiais bons no geral (digo isto porque mesmo com toda a espectacularidade de algumas cenas e toda a sua composição visual e artística, falta-lhe “suco” para ser um grande filme). Até a duração do filme é demasiada, mas que acaba por se compreendida, já que há tanto para referir que muito dificilmente se conseguiria fazê-lo em menos tempo. A música, desta feita, acaba por ser um bom acompanhamento de todas as sequências (ao contrário do segundo que foi um total desastre). E os actores, no que provavelmente lhes foi pedido, também me agradaram. As caracterizações físicas dos actores, nomeadamente Davy Jones, são muito competentes. O que acaba por ser um desafio tentar perceber a dimensão de um filme destes, principalmente no que respeita a toda a produção. Quanto ao final, pois... é mais um daqueles casos óbvios de sequela. Para mim acabava quando Orlando Bloom desaparece no horizonte com um clarão verde e vemos Knightley na praia. Seria um final igualmente em aberto com a possibilidade de novas aventuras e sem a notória falta de imaginação e obrigatoriedade que tem o actual final.
 
É um filme que muitos vão dizer que é bom e que muitos outros dirão que é mau. E nenhum desses lados tem que estar obrigatoriamente certo. São apenas opiniões e gostos que, quando devidamente fundamentados, tem todo o seu valor. De uma coisa tenho a certeza, apesar de tudo é um filme que se vê, um filme para devorar um pacote de pipocas gigante (pelo menos tempo não falta) e de entretenimento garantido (dependendo da definição de entretenimento de cada um). Daí a votação que leva. De outra forma seria bem menos.
 
O  Melhor: O regresso de Johnny Depp como Jack Sparrow, ainda que sem o brilhantismo de outros tempos.
 
O Pior: Demasiados sub enredos e linhas narrativas, que acabam por causar alguma dispersão ao espectador. Ainda para mais consegue retirar algum protagonismo a quem, pelo menos para mim, deveria ser personagem principal.
publicado por OlharCrítico às 12:35
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Quarta-feira, 30 de Maio de 2007

"T4" com 30 segundos de Schwarzenegger

 

 

Numa entrevista num talk show sueco, o actor Marcus Schenkenberg (quem???) disse que fará parte do elenco do "Terminator 4" e que Arnold Schwarzenegger irá fazer uma pequena aparição de meio minuto. Mas de acordo com os produtores, essa cameo do Arnold irá ser feita digitalmente, usando como referência imagens dos três filmes anteriores.

publicado por CinemaBox às 10:57
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2 fotos do "The Dark Knight"

 

 

Foram divulgadas as primeiras duas fotos oficiais do "The Dark Knight" (ver aqui). Como se isso não fosse suficiente, o realizador Christopher Nolan referiu que pelo menos 4 cenas do filme iriam ser filmadas em IMAX, ou seja, podemos contar nessas cenas com uma resolução de imagem muito mais elevada.

publicado por CinemaBox às 10:38
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Segunda-feira, 28 de Maio de 2007

Cate Blanchett como Bob Dylan

 

 

Apesar de já ter sido divulgada à quase 1 mês, só hoje é que vi a foto de Cate Blanchett como Bob Dylan no filme auto-biográfico de Todd Haynes "I´m Not There". No total serão sete os actores que vão encarnar os diversos aspectos da vida e obra do músico, incluido Cate Blanchett, Christian Bale, Heath Ledger, Richard Gere, Ben Wishaw e Marcus Carl Franklin. Aqui fica a foto:

 

publicado por CinemaBox às 12:39
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Trailer de "The Clone Wars"

 

 

Não restam dúvidas (pelo menos para mim), George Lucas simplesmente não consegue deixar de espremer todas as gotas que restam do sucesso que foi, é e será sempre a saga do "Star Wars". Desta vez decidiu recriar de novo para TV, em CGI a versão animada do "Clone Wars", misturando-o com pormenores dos filmes da saga. O trailer já foi divulgado. Pode ser visto no site oficial aqui ou então em versão Youtube:

 

 

publicado por CinemaBox às 10:28
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Sexta-feira, 25 de Maio de 2007

Teaser de "National Treasure 2"

 

  

Já está online o teaser do "National Treasure 2 - The Book of Secrets". Assim à primeira vista, parece que não há nada de especial a acrescentar em relação ao primeiro filme, a não ser talvez a presença de Ed Harris. Vejam aqui.

publicado por CinemaBox às 12:07
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Quinta-feira, 24 de Maio de 2007

PosterBox - A Caixinha dos Posters...

 

publicado por CinemaBox às 13:29
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Terça-feira, 22 de Maio de 2007

Crítica: "Zodiac"

 “I am waiting for a good movie about me. Who will play me?”
É certo que muitos vão comparar este filme a “Se7en”. Tal como é certo que superficialmente “Zodiac” pode parecer apenas mais um filme onde se conta a história de mais um serial-killer, sustentado numa intriga policial de descoberta. Mas, na verdade, é muito mais que isso, é uma viagem pelo cinema clássico que pretende agarrar e conduzir o espectador através da descoberta, independentemente daquilo que cada um de nós possa encontrar.
E David Fincher é um génio na realização.
Basta ver a sequência do primeiro assassinato para se perceber a sua capacidade de visualização. Consegue transmitir um total desconforto e insegurança pelo uso de vários planos subjectivos, tanto das vítimas como do assassino, e, que depois, complementa com uma grua e planos mais abertos.
Toda a recriação de S. Francisco dos anos 70 é muito trabalhada. A encenação dos crimes, o avançar da narrativa, a evolução das atitudes, da sociedade em todos os elementos que a compôem (principalmente a televisão, a rádio e a música), são cuidados até ao pormenor… Estão simplesmente perfeitos. Acrescente-se a essa mestria os detalhes deliciosos que surgem com a inserção do “Dirty Harry”, com uma evidente ligação à personagem de Mark Ruffalo e ainda uma referência a Steve Mcqueen em “Bullit”. 
A câmara de Fincher é segura e eficaz, não recorre a subterfúgios, nem a truques. É dura, simples e real, conseguindo transmitir toda a vivência da cidade e dos protagonistas, que a par do vilão acabam por se tornar em ilustres desconhecidos com o avançar do tempo. Estes avanços temporais são muito bem conseguidos com o constante aparecer de legendas, que deixam o espectador a sufocar. Palavra de apreço à banda-sonora é o acompanhamento perfeito ao desenrolar da acção.
O meu desagrado vai unicamente para a duração do filme e para pormenores relativos ao desenvolvimento das personagens. Ainda assim não é o suficiente para descredibilizar “Zodiac”. As personagens principais apresentam-se demasiado fragmentadas. É verdade que com o desenrolar da história surgem factos que as conduzem a atingirem o seu expoente máximo em determinada altura. Todavia, posteriormente, são remetidas para um quase esquecimento. Se por um lado este salto é demasiado grande, por outro encaixa nas décadas retratadas. É na personagem de Jack Gyllenhaal, Graysmith, que melhor se percebe este salto. Se na primeira parte é praticamente desconhecido, na fase final do filme é protagonista da sua obsessão e o principal motor do filme. Talvez devido a esse “salto” o filme acaba por perder aquele ritmo envolvente que o caracterizava até então, acabando por se reflectir na sensação que fica de o filme durar muito. Ainda assim, é nesta altura que se encerra uma das melhores cenas - a visita de Graysmith ao projeccionista, que muitos dirão ao nível do mestre Hitchcock.
Por fim uma curiosidade, o facto de o filme ter sido todo filmado em digital, onde pela primeira vez não foi utilizada fita como suporte. Inventou-se uma nova tecnologia e uma nova câmara, Thomson Viper FilmStream. Esta captura a imagem e processa-a directamente para um “disco rígido” através de uma configuração específica na Viper. Onde existia antes fita, passam agora a existir dados. (Mas se gostarem do tópico consultem o site Digital Content Producer, onde se pode encontrar entrevistas ao realizador e a outros membros da equipa técnica. Jorge Pinto também o refere e explica no Cinema2000).
É um grande filme e um fiel retrato de uma sociedade e de um caso que chocou o mundo, transformando-se numa das melhores histórias (policiais) que vi nos últimos tempos, e que confirma Fincher como um grande realizador, com uma imponência e qualidade fora de série... mas para quem o conhece, outra coisa não seria de esperar.
O Melhor: Praticamente tudo.
O Pior: Praticamente nada.
publicado por OlharCrítico às 21:02
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Segunda-feira, 21 de Maio de 2007

A primeira foto (oficial) de Ledger como Joker!!!

 

 

Depois de terem lancado o site oficial do "The Dark Knight", a Warner Bros lancou um site alternativo para a personagem Harvey Dent. Mas esse site foi vandalizado pelo Joker. Se esperarem uns segundos, pode-se ver a cara de Heath Ledger como o "Príncipe do Crime" e acreditem.. está fantástica. Muito diferente do Jack Nicholson, mas muito boa também. Vejam o site aqui e caso não consigam ver a foto (quem sabe se o Joker também vandalizou o vosso computador...) vejam-na aqui.

publicado por CinemaBox às 10:07
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Domingo, 20 de Maio de 2007

Primeiro trailer de "John Rambo"

 

 

Apesar de ainda em "bruto", aqui fica o primeiro trailer do quarto filme do Rambo:

 

publicado por CinemaBox às 16:44
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Sexta-feira, 18 de Maio de 2007

Novo trailer do "The Transformers"

 

 

Apenas tenho um comentário a fazer... depois da estreia deste filme, em termos de efeitos especiais, a história do cinema vai estar dividida em duas fases: A.T. e D.T (Antes de Transformers /  Depois de Transformers). Vejam aqui.

publicado por CinemaBox às 11:39
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Quarta-feira, 16 de Maio de 2007

Wallpapers do "The Transformers"

 

 

Lembram-se de eu à dois dias ter divulgado uma data de fotos novas dos transformers? Pois é, pegaram nessas imagens e criaram uns wallpapers simplesmente fantásticos! Escolham o vosso aqui. O meu já está escolhido!... Já agora, fiquem com mais algumas fotos novas do filme. Vejam aqui.

publicado por CinemaBox às 12:51
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Mais notícias do "The Dark Knight"

 

 

Lentamente, os primeiros passos começam a ser dados em termos de markting e divulgação do "The Dark Knight". Foi lançado o site oficial do filme, que para já contem apenas uma imagem tipo teaser (ver aqui). A Ain't It Cool também divulgou que o teaser do filme será lançado durante a estreia do "Harry Potter 5", dia 13 de Julho. Um "infiltrado" mandou um email ao site com a seguinte descrição do teaser:

"Black background, cards begin to fall in slow motion, the joker whispers things directed at Batman, the audience, the final card to fall is the joker, with also a picture of the bat signal on fire."

 

Se realmente for assim, parece prometedor...

publicado por CinemaBox às 12:10
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"Spider-Man 3"-Muita “areia” para a camioneta

 

 

Foi com grande expectativa que fui ver este terceiro “episódio” do Homem-Aranha. O trailer era excepcional, antevia um espectáculo de efeitos visuais, histórias cruzadas, sentimentos e sensações fortes, resultado de uma escolha acertada de imagens, sons, falas, músicas e situações. Ao sair da sala, apenas fiquei com o desejo - “quem me dera que o filme tivesse apenas e só mais 10% da qualidade do trailer...”.


Vamos por partes. O dito popular – “quanto mais se sobe, maior a queda”, explica, ainda que muito superficialmente, aquilo que tento dizer. Juntar tantos vilões, é sempre um risco e neste caso acaba por não ser bem sucedido. As coisas acontecem a um ritmo demasiado frenético para se conseguirem compreender. Não existe tempo para se caracterizarem as personagens, estas não conseguem respirar e transmitir a sua importância na linha narrativa. Nas sequências de acção, principalmente na primeira, não se compreende quem é quem e o que está a acontecer.


A magnitude é tanta, ou melhor tenta ser, que até os efeitos especiais, até agora irrepreensíveis, estão maus em muitos dos planos. Nota-se a falsidade do digital, mal executado, dando uma irrealidade extrema à imagem. O humor, até então sempre no momento certo, é agora uma montanha russa de falhanços no tempo narrativo. Quando se pretende humorizar sai drama, e quando se pretende fazer drama sai um melodramatismo no mínimo fora de tempo e inconsequente que só nos faz esconder a cara.


Quando se quer conjugar Homem de Areia, o novo Duende Verde, Venom, mais uma presença feminina e todos os problemas existenciais de Peter Parker é fácil imaginar que as coisas não tenham tempo para acontecer, simplesmente porque são objectos a mais.


Relativamente a algo que cada vez mais toma conta do cinema americano, as bandas sonoras. Muitas vezes, são o grande motor do filme, com as suas percussões, cordas e os sopros, que nos fazem agarrar o braço da cadeira com mais força… neste caso são perfeitamente dispensáveis. Danny Elfman, que compôs para as duas primeiras sequelas, duas muito boas bandas sonoras, pelo que sei desentendeu-se com Sam Raimi. Este, por seu turno, chamou Christopher Young (“O Exorcismo de Emily Rose”, “O Júri”, “Wonder Boys”, para mim todos grandes trabalhos) e o resultado está lá - cenas de acção com música desadequada, desequilibrada e muitas vezes mais a incomodar o ouvido do que propriamente a intensificar a componente dramática do filme... e foram muitas as situações em que a minha boca se abriu num prolongado bocejo de desinteresse.


Por fim uma das coisas que mais me incomodou, o estereótipo e a tremenda falta de imaginação e mais uma vez (des)caracterização, de Peter Parker/ Venon, quando este sofre aos poucos (o que não se vê) a mudança de personalidade. E é mau, muito mau, quando um penteado diferente, um olhar mais provocante é o suficiente para mostrar o lado negro de uma pessoa, já para não referir a cena do andar no passeio, muito à Travolta (que pelo menos sabia fazê-lo), é absolutamente ridícula.


Tudo é grande, exagerado e consequentemente desmedido, o que torna este Homem-Aranha, para mim, no pior filme da trilogia, com muito poucos pontos de atracção. Talvez se salve uma cena ou outra, mas o resto é muito de desinteressante. Já nem me lembrava da última vez que tinha bocejado a ver um filme numa sala de cinema... Como o nosso amigo Filipe me disse numa mensagem que trocámos sobre este filme, “no fim do filme senti-me como uma mosca atraído para a armadilha/ teia”. Acho que é uma boa frase para definir o muito do desagrado que também senti.


O Melhor: Talvez a cena da grua, que me parece a mais pensada e bem executada.
O Pior: No fim... um pouco de tudo!!!

publicado por CinemaBox às 11:06
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